Indignação, Revolta, chame do que quiser. Esse foi o sentimento que moveu o designer gráfico carioca Luciano Cunha, ao vociferar o sentimento geral da nação concebendo O Doutrinador em 2008. Cinco anos depois, ele abraçou o lema punk “faça você mesmo!” e decidiu lançar nas redes sociais a obra que várias editoras tiveram medo de publicar.

O Doutrinador original é simplesmente o maior soldado produzido neste “país sem guerras”. Esse anti-herói genuinamente brasileiro escolheu combater a roubalheira da elite política de uma forma radical: aniquilando os mau políticos, caçando corruptos de todas as matizes ideológicas. Não são só governantes ou criminosos de colarinho branco. O Doutrinador vai onde é preciso, onde quer que alguém esteja agindo para que a corrupção, a mediocridade e o “jeitinho” continue a manter o país atolado em sua desigualdade inaceitável.

O sucesso da primeira aventura, que foi sendo publicada semanalmente no Facebook, surfou a onda das manifestações que tomaram o país em junho de 2013 e se confirmou com uma edição impressa, chamada simplesmente O Doutrinador, publicada de forma independente pelo autor, esgotada em 2014. Mas não terminou aí. Seguiu-se mais uma história arrebatadora, intitulada Dark Web, escrita em parceria com o genial músico e ativista carioca Marcelo Yuka.

Fonte: Site Oficial.

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