Estamos de volta para contribuir com as discussões cotidianos e que as vezes estão tão próximas da gente que fica impossível não comentar. Quando me propus a escrever neste espaço, a ideia foi justamente essa, falar a linguagem do povo, pelo entendimento do povo, pois como comerciante convivo diariamente com as pessoas e acabo por formar uma opinião por aquilo que ouço e testemunho. Vamos lá !!! O IBGE divulgou na semana passada um dado alarmante, de que o Brasil já tem mais de 15 milhões de pessoas vivendo em extrema pobreza. Em um ano, o percentual da população nessas condições saltou de 6,6% para 7,4%. Essas pessoas vivem com menos de R$ 140 por mês, mas tudo isso é estatística, a realidade é muito mais dura, quando se vê de perto as condições de sobrevivência (principalmente no sertão nordestino, onde os recursos estão mais distantes). O número não se justifica em um país como o Brasil.

A produção agropecuária do país é uma das maiores do mundo e somos grandes exportadores de comodities. O desperdício de alimentos nas grandes cidades é assustador. Com todos os problemas que os governos petistas tiveram, pelo menos foram capazes de formar uma rede de atendimento aos mais necessitados, o que a discussão sobre a corrupção acabou matando. No meu segmento, é rotina a quantidade enorme de pessoas que passam pedindo somente um prato de comida. É triste, mas, é verdade os números que apontam pais de família que tentam sobreviver com a rende R$140,00 reais por mês ou menos. Os maus politico são os culpados e nós estamos fazendo oque ???

Essa realidade podemos testemunhar em nossa cidade nas ultimas décadas na cidade. O aumento do desemprego por falta de oportunidades, pela má gestão da administração municipal que deixou escapar grandes industrias e nunca desenvolveu um projeto social de grande abrangência no município.

Por mais que se distribuam cestas natalinas nas favelas, sopões nas noites e etc… será difícil contornar a situação se algo não for feito com planejamento e uma preocupação muito expressa de inclusão social.

Independentemente da cor política que cada um tenha, os brasileiros precisam conservar sua tradição solidária e montar um programa de atendimento a essa população. Paz e Bem, voltamos na próxima semana .

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