Sei que o assunto que escolhi hoje para comentar, vai despertar inúmeros comentários positivos, negativos e claro, politiqueiros de acordo com interesses e ideologias partidárias. Quero deixar bem claro que, não se trata de um simples comentário ou opinião, como costumo colocar aqui em minha coluna, mas, de UM TESTEMUNHO pessoal que faço questão de relatar.

Não quero com isso induzir ninguém ao consumo e muito menos fazer propaganda para laboratório ou farmácias. Volto a lembrar que é um testemunho de uma experiência que eu passei e que gostaria de deixar público. Como observação, cito inclusive um radialista de uma emissora de rádio local, que, tinha um posicionamento contrário ao uso do tratamento precoce e após contrair o vírus, fez o tratamento e nesta semana deu também um testemunho ao vivo falando da eficácia com ele e como outros membros de sua familia.

Ainda nesta semana, mais precisamente na última quarta feira (23) a Universidade de Oxford anunciou que está testando a ivermectina, medicamento antiparasitário, para possível tratamento para a Covid-19. O estudo “Principle” visa ajudar a recuperação de pacientes em situações não hospitalares. Porém, ainda não há como garantir que o fármaco tenha eficácia contra o novo coronavírus.

caixa de ivermectina

Os pesquisadores farão a comparação de quadros clínicos de pessoas sintomáticas da Covid-19 que tomarem a ivermectina para tratamento e de quem não tomou. Os voluntários serão pacientes do sistema público de saúde do Reino Unido.

De acordo com a instituição, o medicamento antiparasitário resultou na redução de replicação do vírus durante os estudos de laboratório. 

Em um piloto feito, acrescentou a Universidade de Oxford, mostrou que administrar o fármaco antecipadamente poderia diminuir a carga viral e o período dos sintomas em alguns pacientes diagnosticados com quadro clínico leve da doença.

Pessoas que apresentem condições graves do fígado, ou que tomem algum anticoagulante varfarina, ou que outros remédios que interajam com a ivermectina, serão excluídos da pesquisa.

A ivermectina é o sétimo fármaco a ser testado no estudo “Principle”. Atualmente, explicou a Universidade de Oxford, está sendo avaliado ao lado do antiviral favipiravir.

No meu caso, eu tive todos os sintomas do coronavírus, como: diarreia, corpo ruim, calafrios e perda do paladar. Minha primeira reação foi procurar o tratamento precoce e além da ivermectina, utilizei mais dois remédios que para se evitar comentários, não estarei citando. A verdade é que; uma semana depois eu estava novinho em folha. Sou considerado uma pessoa obesa, e mesmo assim funcionou.

Além do caso do conhecido radialista que comentei, me lembrei também de um caso a nível de estado, que foi abafado por questões políticas, onde um gerente de farmácia foi o responsável pelo vazamento da receita médica na qual era prescrito o uso de cloroquina no tratamento do médico infectologista David Uip, que contraiu coronavirus  enquanto liderava o comitê de emergência criado pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), para combater a pandemia no estado.

o vazamento da receita criou “enormes dissabores e imensos prejuízos, tanto pessoal como profissional” a Uip. Na ocasião, a confirmação de que o auxiliar de Doria tinha sido medicado com cloroquina o tornou alvo de seguidores de Jair Bolsonaro nas redes sociais. O medicamento é defendido pelo presidente como cura para a doença, apesar da inexistência de constatações científicas que garantam a sua efetividade. Os ataques ganharam conotação política pelo fato de Uip integrar o governo de Doria, adversário político do presidente.

Volto pela terceira vez a repetir, que HOJE, estou apenas dando um testemunho da minha parte e infelizmente lamento que as pessoas estejam politizando a questão. Não estou aqui para defender o Bolsonaro ou o Dória e tampouco entrar no contexto das consequências e dos interesses dos políticos na aprovação ou reprovação do kit de tratamento precoce, mas lembro que, para mim, e também para alguns amigos que recomendei, acabou funcionando e isto é fato.

Ainda na semana passada, fiquei sabendo que uma médica do posto de saúde da cascata tem como procedimento receitar a todos os pacientes que apresentam os sintomas os medicamentos na qual utilizei e o resultado tem sido fantástico e, bem ao contrário do que o adotado no PA sul onde, a maioria vai para intubação e o resto vocês já sabem.

Enfim meus amigos e amigos, solicitei ao editor que divulgasse essa matéria no domingo para que todos lessem com atenção e fizessem sua reflexão. É óbvio que depende do organismo. Para uns funcionou e para outras não. Por esta razão, o mais indicado é não se automedicar, mas, procurar uma orientação médica. O que não se pode, é deixar se levar por opiniões de interesses políticos, de redes sociais e principalmente da grande quantidade de jornalistas cientistas que apareceram aos milhares nos últimos meses.

Se estou escrevendo aqui hoje, é porquê fiz uso do tratamento precoce, a exemplo do que recomenda esta médica da UBS Cascata. Não tive reações e sigo minha vida normal. Para se evitar comentários da ordem política que meu editor alertou que poderia ter, posterior a isto, eu tomei a primeira dose da vacina e faço uso da máscara e álcool gel. Em outros palavras eu, Lourivaldo, não estou politizando o fato para interesses de ideologia partidária ou da eleição de 2022, mas relatando fatos reais e espero que compreendam.

Prefeitura Municipal de Chapecó
Prefeito defende 'tratamento precoce' contra Covid em Chapecó, que vive  colapso na saúde - Folha Independente

Quero dizer com isso que, todas as medidas preventivas são válidas quando a preocupação é salvar vidas e deveriam ser respeitadas por todos. Utilizo também como exemplo a cidade de Chapecó que adotou como procedimento padrão na cidade o tratamento preventivo e conseguiu obter resultados fabulosos.

Em outras cidades, o modelo começa a ser copiado, sem com isso abrir mão das medidas preventivas e da vacina. É uma pena a politização de algo que poderia ter salvado mais vidas. A carapuça eu estendo para a nossa cidade de Marília, que infelizmente só tem como procedimento a vacina e mais nada. Se bem que, nem fiscalização para evitar aglomerações está realizando direito, quanto mais se preocupando com procedimentos médicos ou qualquer outra medida que demonstre preocupação com o povo. É uma pena, pois estamos chegando já a quase 800 vidas ceifadas.

Medicamento contra COVID-19 é patenteado nos Estados Unidos

Só para concluir, minha filha acabou acabou encontrando no google, ou seja; está publico a informação de que a empresa finlandesa THERAPEUTICA BOREALIS OY obteve no dia 18 de maio de 2021 a concessão de carta patente nos Estados Unidos para MEDICAMENTO CONTRA COVID-19 contendo hidroxicloroquina, ivermectina e aprotinina.

A patente, solicitada em 11/05/2020, protege um medicamento intranasal (spray nasal) para inibição da Covid-19, doença causada pelo vírus SARS-CoV-2 (coronavírus). O medicamento combina aprotinina, fosfato de hidroxicloroquina ou sulfato de hidroxicloroquina, ivermectina, além de outras combinações utilizando bafilomicina e amónio. As substâncias ativas são conhecidas, todavia, nesta patente de invenção, são utilizadas de um modo diferente, na mucosa nasal. Posso estar enganado, mas, o tamanho interesse não teria ocorrido por acaso.

Enfim, era isso. Fico grato por você que conseguiu ler o texto em forma de testemunho até o final. Desde já, respeito as opiniões contraditórias, desde que não partam para ofensas e levem para o lado político. E por falar em política não percam o meu próximo artigo, onde estarei comentando sobre o desastre tucano em nossa cidade e região. Um abraço a todos e até a próxima…

LOURIVALDO CARVALHO BALIEIRO é colunista do JORNAL DO ÔNIBUS DE MARILIA que colabora de forma voluntária. É também empreendedor esportista e micro empresário com algumas participações no ativismo politico da nossa cidade de Marília.

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