Eis que no apagar das luzes, a vingança SARAMALIGNA dos principais derrotados nas urnas não poderia faltar. Mais uma vez, a prova de que, a velha politica ainda vai demorar um pouco para deixar nossa nação. A conhecida prática do “quanto pior melhor”, para que possamos voltar depois continua. Algumas situações no Brasil dão a impressão que vivemos longe da realidade ou que não temos capacidade de entender a realidade de maneira integral. O ano está já está as portas do  fim, ao mesmo tempo em que o governo Temer encerra com uma das mais baixas popularidades da história. Além de  Michel Temer, o Congresso Nacional encerra a legislatura com um alto índice de renovação. Muitos parlamentares tradicionais perderam lugares que ocupavam há décadas.

Essa mudança é o claro recado da insatisfação do eleitor brasileiro, que, inclusive, escolheu um presidente com um perfil muito diferente dos seus antecessores. A leitura que qualquer pessoa normal faz é de que é preciso esperar o início do próximo ano, do próximo governo e do próximo Congresso para que as decisões importantes sejam tomadas. Sem partidarizar, penso que devemos torcer pelo País, e pelo fim da corrupção. Sem esquerda e sem direito, mas com um foco central de salvação de uma nação dilapidada ao longo dos anos.

No entanto, no apagar das luzes, o que assistimos é atual Congresso aprovando um reajuste salarial para o Judiciário de 16%, índice que é muito além de que qualquer categoria profissional do Brasil conseguiu nos últimos anos. O novo governo herda, além disso, um orçamento ainda mais esburacado. Não quero ser pessimista, mas, não vejo com bons olhos esse golpe não em cima do Governo eleito, mas sim, em cima do povo.

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