Esta frase da autoria de Neemias da Silva resume tudo; “Há de faltar a saúde e minguar o pão, mas o circo continuará alegrando o coração do tolo, anestesiando seu estômago e sua consciência”.

Antes das manifestações contrárias do tchurma do pirulito, comissionados e envelopados é de suma importância destacar que esta matéria, a exemplo das demais, NÃO POSSUI QUALQUER PATROCÍNIO OPOSICIONISTA e foi produzida com DADOS OFICIAIS DO IBGE. Demais informações são encontradas nas redes sociais e principalmente nos postos de saúde, no
transporte coletivo e nas ruas da cidade do IPTU MAIS CARO DO BRASIL.

Voltando a introdução. Você já ouviu a frase: “Dê ao povo pão e circo, e eles nunca se revoltarão”?

Essa expressão vem da Roma Antiga, atribuída ao poeta Juvenal (final do século I e início do II d.C.). Ele criticava a forma como os governantes romanos mantinham o povo distraído: ofereciam pão (alimento distribuído gratuitamente) e circo (espetáculos grandiosos, como as lutas de gladiadores no Coliseu).

Enquanto isso, problemas como corrupção, desigualdade e falta de liberdade eram deixados de lado. O povo, entretido e satisfeito com o básico, não se levantava contra os governantes.

As imagens que circulam nas redes sociais mostrando o desfile de aniversário de Marília mostra bem o comparativo dessa crítica: de um lado, a rua lotada e a politicalha que todos conhecem; do outro, o Coliseu romano. A mensagem é clara: muitas vezes, os mecanismos de distração mudam de forma, mas a lógica continua a mesma.

A expressão “pão e circo” (panem et circenses, em latim) descreve uma estratégia política de controle social, onde governantes oferecem comida gratuita (pão) e entretenimento grandioso (circo/espetáculos) para manter a população satisfeita, distraída e alheia aos problemas políticos e sociais, evitando assim revoltas.

Pontos-chave sobre a estratégia de “Pão e Circo”:

  • Funcionamento: Na Roma Antiga, grandes espetáculos, como lutas de gladiadores no Coliseu e corridas de bigas, eram usados para entreter o povo enquanto o governo tomava decisões impopulares ou gerenciava crises.
  • Controle Social: Não era motivada por generosidade, mas sim como uma estratégia para impedir a revolta social, mantendo a plebe controlada e sem tempo ou energia para questionar o sistema. Hoge a esyrayégia é a mesma e o yovo acaba ficando calado.
  • Atualidade: O conceito continua relevante, onde os “pães e circos” contemporâneos podem incluir o scroll infinito nas redes sociais, reality shows, consumo rápido de informações superficiais patrocinadas com dinheiro público e festas populares, visando reduzir o pensamento crítico e as manifestações no paço municipal ou nas emissoras de rádio e redes sociais. Hoje, shows e desfiles com distribuição de bolo e refrigerantes são utilizados para fazer o povo esquecer por exemplo do aumento surreal do IPTU, das pendências na área da saúde e segurança e das falhas no transporte público, que neste dia ganhou ALGUNS POUCOS CARROS de graça para encher o desfile, é claro.

Essa tática é vista como uma forma de alienação, em que o entretenimento e a satisfação imediata substituem a reflexão sobre questões importantes da sociedade.

COMO POR EXEMPLO; SE CONSCIENTIZAR QUE PINTURA DE
PAREDE NÃO É MELHORIA NA SAUDE. PRECISAMOS DE MÉDICOS E MEDICAMENTOS, ALÉM AGILIDADE NOS EXAMES.

CENTENÁRIO DE MARÍLIA: Cidade longe de ser a cidade que queremos

“A cidade que queremos” é um conceito coletivo focado em construir, hoje, centros urbanos mais justos, sustentáveis, inclusivos e democráticos, superando a desigualdade social. Representa um compromisso com o planejamento participativo, a melhoria da qualidade de vida, a mobilidade humana, o acesso à cultura e a valorização do território.

EM MARÍLIA A BANDEIRA FOI LEVANTADA PELA ONG MARÍLIA CENTENÁRIA NO ANO DE 2018 e que até hoje não viu sequer uma ação neste sentido. TUDO É FEITO EM FUNÇÃO DOS INTERESSES DE CONSTRUTORAS E IMOBILIÁRIAS.

Uma pesquisa urbanística do entorno dos domicílios, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no Censo Demográfico de 2022, trouxe um retrato que exige atenção: em diversos bairros e comunidades vulneráveis de Marília, faltam condições básicas de acessibilidade, mobilidade e infraestrutura. Rampas, pontos de ônibus e até bueiros — elementos indispensáveis para uma vida urbana digna — aparecem ausentes em grande parte dos setores analisados.

Com realidade bem diferente dos condomínios lançados pelo SISTEMA, o levantamento contemplou áreas como Jardim Eldorado (Bronks), Parque das Nações, Santa Antonieta II, Jardim Virgínia (Bugrinho), Vila Barros,
Trilho da Fepasa e Parque das Azaleias, Parque das Vivendas, Tofolli, Jardim Santa Paula, Argolo Ferrão, Homero Zaninoto e Alcides Matiuzzi.

São vários problemas encontrados e que não são noticias em outros veículos de comunicação. Entre as constatações mais marcantes está a ausência de rampas para cadeirantes e a falta de pontos de ônibus.

Em muitos locais, a própria drenagem é inexistente, o que agrava problemas que vão de alagamentos à insalubridade. O diagnóstico evidencia desafios antigos enfrentados por moradores de periferias e comunidades classificadas como favelas ou assentamentos urbanos.

A situação da mobilidade se mostra ainda mais frágil quando se observa a infraestrutura cicloviária: nos 58 setores analisados, não foi encontrada nenhuma via sinalizada para bicicletas. A ausência de pontos de embarque também chama atenção. Dos 58 setores, 54 não tinham ponto de ônibus ou van.

Uma cidade com um
transporte coletivo de péssima qualidade, onde as empresas reduzem os carros e diminuem os horários para economizar e faturar mais aos olhos inertes da administração que deu a largada para a exploração dos serviços no primeiro mandato.

Um município com uma saúde na UTI, com filas para exames e cirurgias e que a dinâmica é fechar UBS’s e abrir PSF’s também para economizar o dinheiro no cofre.

Uma das poucas cidades de médio porte que não tem guarda municipal, alegando não ter receita, sendo que a maioria das cidades arrecadam menos que Marília. ESTÁ IMPOSSIVEL ANDAR A NOITE NA CIDADE.

Para finalizar, um estudo realizado em 2013 e revisado em 2019 pela Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), também conhecida como Serviço Geológico do Brasil, identifica 13 pontos de alto e muito alto risco na área urbana da cidade, que devem ficar em alerta neste fim de ano, com o retorno das instabilidades do tempo.

As áreas de risco estão concentradas principalmente nas bordas das escarpas que caracterizam o relevo da região. A ocupação irregular de terrenos em áreas de favelas, com construções muito próximas às encostas dos gigantescos itambés, agrava ainda mais a situação.

De acordo com o estudo do Serviço Geológico do Brasil, os principais riscos mapeados são: deslizamentos, que podem ocorrer em encostas com presença de solo ou rocha; enxurradas, causadas pelo mau dimensionamento do sistema de drenagem de águas das chuvas, podem intensificar a erosão e o transporte de lixo para as áreas mais baixas; e o solapamento de margens, erosão nas margens dos córregos, provocada pela força da água, que podem comprometer a estabilidade das construções próximas.

A falta de saneamento básico adequado e o descarte irregular de lixo são apontados como fatores que agravam a situação de risco em diversas áreas. O relatório ainda enfatiza a importância da ação preventiva da administração municipal, com a fiscalização da ocupação urbana em áreas de risco e a implementação de medidas para mitigar os problemas existentes.

MAS AFINAL, O QUE O DIGNISSIMO PREFEITO TEM FEITO COM FOCO NO CENTENÁRIO DA CIDADE, ALÉM DE BOLO E REFRIGERANTE ? O ESTILO CENTRALIZADOR DE GOVERNAR IMPEDE DE FORMAR UMA COMISSÃO DESTINADA A CUIDAR DESTA DATA LEVANDO COMO REGRA O PLANO DIRETOR ?

O projeto de poder parece mais importante que resolver os problemas da cidade. Prova disso é o provável lançamento de sua cônjuge para disputar uma cadeira na assembleia legislativa. ELENCANDO PRIORIDADES…

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