NOTA DE ESCLARECIMENTO; ANTES DE QUALQUER DESVIRTUAÇÃO DESTA MATÉRIA, DEIXAMOS BEM CLARO QUE NÃO SOMOS CONTRA A DECORAÇÃO NATALINA, MAS SIM, A MANEIRA COMO ELA ESTÁ SENDO UTILIZADA E COMO FOI REALIZADA. É DIFERENTE.

Somos de um tempo aqui em Marília, em que a administração municipal realizava ATÉ CONCURSOS PARA A MELHOR CASA DECORADA, A MELHOR VITRINE DE LOJA E AINDA COM PRÊMIOS SORTEADOS ENTRE OS MUNÍCIPES EM DIA COM O PAGAMENTO DO IPTU. Época que a alegria e motivação das pessoas transpirava nos sorrisos e que o medo de perseguições e atos vingativos não ocorriam.

A decoração das ruas de uma cidade para o Natal tem grande importância, pois vai além da estética, criando uma atmosfera mágica e festiva que beneficia o bem-estar da população, estimula a economia local e promove o turismo. EMBORA TENHA OCORRIDO SOMENTE NA PRAÇA MARIA IZABEL, NO PAÇO MUNICIPAL e em frente ao Complexo Cultural “Braz Alécio”, na Avenida Sampaio Vidal, esquina com a Avenida Rio Branco.

A iluminação e decoração atraem um maior fluxo de pessoas para as áreas comerciais, o que impulsiona as vendas e movimenta a economia local, especialmente quando o comércio funciona em horário estendido, PORÉM, AS RUAS DO COMÉRCIO FICARAM A VER NAVIOS.

Portanto, não somos contra, apenas o destaque que passa desapercebido pela maioria da população. Na última sessão camararia, após a sessão ordinária, foi convocada uma extraordinária para votação da redação final proposta pela Comissão de Finanças, Orçamento e Servidor Público, do Projeto de Lei 186/2025, da prefeitura, que tratou do Orçamento Geral do Município de Marília para o exercício financeiro de 2026 com as 223 emendas propostas pelos vereadores e aprovadas no dia 1º de dezembro.

De acordo com o projeto aprovado, as maiores fatias do orçamento serão destinadas à Saúde, com R$ 456 milhões, e à Educação, com R$ 405,2 milhões. Outras áreas que receberão valores expressivos são; Administração (R$ 197 milhões), Finanças e Planejamento Econômico (R$ 149,7 milhões), Meio Ambiente e Serviços Públicos (R$ 79,3 milhões), Infraestrutura (R$ 61,7 milhões), Assistência Social e Cidadania (R$ 52,4 milhões), Planejamento Urbano (R$ 26,4 milhões) e Tecnologia e Inovação (R$ 28,8 milhões).

Pastas de menor porte, mas estratégicas, também aparecem na proposta: Cultura (R$ 7,4 milhões), Esportes, Lazer e Juventude (R$ 6,7 milhões), Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (R$ 6,8 milhões), Agricultura, Pecuária e Abastecimento (R$ 4,6 milhões) e Suprimentos (R$ 4,3 milhões).

Além das secretarias do Executivo, a proposta prevê que a Câmara Municipal de Marília contará com R$ 40,2 milhões em 2026, destinados ao funcionamento do Legislativo, manutenção administrativa e suporte às atividades parlamentares.

Do total, R$ 1,5 bilhão corresponde à administração direta da Prefeitura e R$ 355 milhões às entidades da administração indireta, como a Amae (Agência Municipal de Água e Esgoto), a Emdurb, a Fumes (Fundação Municipal de Ensino Superior) e o Ipremm (Instituto de Previdência Municipal).

O Projeto exclui, para fins de cálculo do IPTU acréscimos de área construída identificados por aerofotogrametria em imóveis situados em bairros populares, OS FAMOSOS PUXADINHOS. A medida cria uma regra diferenciada para cálculo do valor venal, desde que não gere restituição de valores já pagos ante de sua vigência. EM MEIO A 123 MIL IMÓVEIS, EQUIVALE DIZER QUE CERCA DE POUCO MAIS DE DEZ MIL IMOVEIS ”APENAS” SERÃO CONTEMPLADOS.

Comparado ao orçamento de 2025, que foi de R$ 1,75 bilhão, o planejamento financeiro para 2026 registra um incremento de aproximadamente 8,7%. No embolo estão garantidos quase três milhões de reais para publicidade e propaganda com jornais, sites e emissoras de rádio.

Fato é, que a decoração natalina chegou com um marketing perfeito para abafar uma das maiores fontes de arrecadação do orçamento aprovado pelos senhores vereadores e vereadoras.

E fica a reflexão; Primeiro ano da administração Tik Tok do prefeito municipal. O que mudou no atendimento dos postos de saúde? No agendamento de exames? Nas farmácias municipais? No transporte coletivo? Na segurança? Nos buracos nas ruas? Na alimentação e no material das crianças na escola? No estacionamento rotativo? Nos impostos? No seu dia a dia?

E A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR; O QUE JUSTIFICA UM AUMENTO TÃO EXPRESSIVO NO BOLSO DA CLASSE TRABALHADORA DE MARÍLIA?

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