A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro pediu orações pelo marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro, antes de uma cirurgia marcada para o dia de Natal. Em publicação nas redes sociais nesta quarta-feira (24), Michelle afirmou que estava a caminho do hospital DF Star, em Brasília, para acompanhar a internação.

“Peço intercessão e orações por ele e por toda a equipe médica”, escreveu, que acrescentou que ficará sem utilizar o celular enquanto estiver ao lado do ex-presidente no leito hospitalar.

Michelle também pediu compreensão aos seguidores e informou que retornará o contato assim que possível. Bolsonaro está internado desde a semana do Natal para avaliação médica e realização de procedimento cirúrgico.

Bolsonaro será submetido a uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral. De acordo com laudo médico elaborado pela Polícia Federal (PF), o ex-presidente é portador da condição e necessita de intervenção cirúrgica, embora sem caráter emergencial.

Sob escolta, Jair Bolsonaro chega a hospital no DF para internação

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chegou na manhã desta quarta-feira (24) ao Hospital DF Star, após deixar o prédio da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde está preso desde 22 de novembro. A distância entre os locais é de três quilômetros.

Bolsonaro será internado e passará por uma cirurgia, nesta quinta-feira (25), para tratar uma hérnia inguinal bilateral.

A autorização para o procedimento foi dada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Moraes permitiu que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro seja a acompanhante principal do ex-presidente enquanto ele estiver no DF Star.

O ministro não atendeu ao pedido da defesa para visitas de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e do ex-vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PL).

Moraes determinou ainda medidas de segurança no hospital. Uma delas exige que ao menos dois policiais federais permaneçam na porta do quarto durante toda a internação. Foi proibida a entrada de celulares e demais equipamentos eletrônicos no quarto que receberá o ex-presidente; apenas aparelhos médicos estão liberados no local.

O cirurgião-geral que acompanha Bolsonaro, Claudio Birolini, disse que a cirurgia à qual o líder conservador será submetido é “padronizada, com menor risco de complicações”.

A expectativa é que o procedimento dure de três a quatro horas.

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