O destaque da semana mais uma vez fica para a ONG ArteVidas, pelo desempenho nas competições disputadas no último final de semana. Estamos um pouco atrasados, mas se justifica porque estávamos no aguardo de um retorno da atleta Letícia E. Rodrigues que estava na capital brasilenha.

A ONG ArteVidas com histórico decano, construiu os seus alicerces na formação de revelações, com jovens captados em bairros periféricos da cidade de Tupã e devido aos resultados, acabou ultrapassando os limites do município e importando atletas de outras cidades e até de outros estados, como no caso de Mateus Silva.

ArteVidas, transformando destinos, realizando sonhos.

O trabalho é árduo, de persistência e muita dedicação. O saldo disto é constatado nos resultados que ocorrem nas mais diversas modalidades. Com isto a expansão se faz necessário e a entidade já se prepara para se tornar uma OSCIP e com isto profissionalizar ainda mais os trabalhos, buscar novas parcerias e admitir novas atletas em outras modalidades.

No último final de semana, domingo, 25/1, Mateus Silva, disputou a 19° Meia Maratona internacional de São Paulo, que fez parte dos festejos do aniversário da capital Paulista

O atleta Mateus Silva, 25 anos, que foi vencedor da Corrida de Varpa, no início do ano, disputou a prova com um percurso dificílimo de 21.097 mts pelas ruas de São Paulo. A jovem promessa largou no pelotão de Elite e conquistou um décimo lugar na classificação geral, chegando em sexto lugar na Meia Maratona Paulista. Com exclusividade ele falou a nossa reportagem;

‘Foi uma prova bem rápida no começo. Passei os 10 km em 31 minutos, num ritmo forte. Depois disso, o percurso começou a pesar bastante, com muitos sobe e desce nos viadutos. Eu estava me sentindo bem e competindo, mas aos poucos fui perdendo contato com o grupo. A dificuldade do percurso influenciou muito no desempenho, porque apesar de eu estar acostumado a correr em provas com altimetria, normalmente são altimetrias mais baixas e contínuas, não tão agressivas como essa sequência de viadutos. Mesmo assim, ficamos a apenas 1 minuto do 5º colocado, o que mostra que a disputa foi muito equilibrada”, comentou.

Agora o foco já vira para o próximo desafio: Apucarana/PR, nos 10 km mais rápidos do estado do Paraná, buscando um percurso mais favorável e um resultado ainda melhor em uma prova também dura que exige o extremo dos participantes. Como detalhe, a prova reunirá os melhores atletas brasileiros e africanos. Mateus Silva já se encontrava na cidade no momento da reportagem.

Já a atleta Letícia Rodrigues, atleta de 20 anos marchadora da equipe de Atletismo ARTEVIDAS TUPÃ, disputou a Copa Brasil Loterias Caixa de Marcha Atlética 2026, que reuniu os melhores marchadores do País no domingo (25/1).

Letícia foi inscrita na Meia Maratona de Marcha Atlética, em uma prova com percurso de 21.097 mts que foi acompanhada pelo público ao longo do circuito de 1 km montado no Eixo Monumental, em Brasília, Distrito Federal, onde a mesma ficou hospedada e em treinamento uma semana antes do evento visando aprimorar as condições técnicas e físicas, sob o comando do Prof. João Sena, em uma parceria importante conquistada pelo técnico Luis Alves com a equipe de Brasília.

A Copa Brasil, etapa do Tour Mundial da World Athletics – Bronze, serviu de preparativo, pois tem o mesmo percurso do Campeonato Mundial de Marcha Atlética por Equipes, que será disputado em 12 de abril.

A expectativa era de que Leticia se classificasse entre as dez primeiras e ela conseguiu. A atleta tupãense competindo pela primeira vez entre veteranas da modalidade acabou chegando em nono lugar. Confira;

Parece até irrelevante, mas além de lapidar atleta, a conquista acabou colocando a ONG ArteVidas entre as cinco melhores do país na modalidade de marcha atlética.

Nossa reportagem tentou um contato com a atleta, mas infelizmente não obteve retorno até a publicação desta matéria, portanto, não temos a fala da mesma analisando a sua participação na meia Maratona de Marcha Atlética e suas próximas competições.

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