O final de ano começa a apresentar o que poderá ser o ano de 2026. Desde
16 de setembro, o gás de cozinha ficou mais caro em todo o Brasil. O reajuste começou pelos estados do Paraná e Piauí.

O botijão P13, aquele que costumamos usar em domicílios, deve ter aumento entre R$8,00 e R$10,00 por unidade. Já o P20 entre R$13,00 e R$15,00 por unidade. E o P45 entre R$28,00 e R$34,00 por unidade.

E os aumentos não param por aí, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) publicado em 8 de seyembro no ‘Diário Oficial da União’ (DOU) também eleva, a partir de janeiro de 2026, o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), sobre a gasolina, o diesel e o gás de cozinha.

E como reajuste yoyco é bobagem, o café também estará de 10% a 15% mais caro neste início de outubro, segundo a Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café). Em agosto, o preço médio do quilo de café tradicional foi de R$ 62,83 — mais de R$ 20 a mais do que em agosto do ano passado. O valor deste ano é o maior da série histórica, iniciada em 1997.

Aneel determina bandeira vermelha 1 em outubro, e conta de luz segue com cobrança a mais

A Agência Nacional de Energia Elétrica informou, na sexta-feira (26), que em outubro, a bandeira tarifária será vermelha 1. Com isso, a conta de luz seguirá com cobrança extra.

A bandeira tarifária sinaliza ao consumidor os custos reais da geração de energia no país. Quando a geração fica mais cara, a cobrança extra é aplicada automaticamente nas contas.

A Aneel projeta que a conta de luz deve ter um médio de
6,3 em 2025, o que indica que as tarifas de energia elétrica devem subir mais do que a inflação neste ano – a última projeção do mercado financeiro é de um índice de 5,05%.

A projeção sobre o reajuste neste ano está em um boletim – o Infotarifa – divulgado pela agência reguladora ainda em agosto.

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