A Câmara Municipal de Marília regressa hoje de suas ”merecidas” férias parlamentares do meio do ano. Os nobres edis retornam a casa para variar, com uma pauta enxuta, onde o principal projeto se refere a alteração no projeto que proíbe as sacolinhas em Marília.

A proposta, é uma verdadeira puxada de tapete em um dos vereadores da própria base que teria apresentado a revogação do projeto original aprovado na casa em 2011 de autoria do vereador Eduardo Nascimento.

12 vereadores se uniram e protocolaram na sexta-feira, determinando que os estabelecimentos comerciais ofereçam embalagens alternativas e, “na ausência”, distribuam gratuitamente “sacolas que atendam ao disposto da lei”.

Marília perde uma grande oportunidade de ser exemplo de uma cidade modelo no que diz respeito a preocupação com o meio ambiente. Com certeza não irá resolver o problema do mundo, mas poderia ser exemplo para outras cidades. Uma sementinha a ser plantada.

Enfim, volta ao que estava. Na prática, volta tudo como antes na terra de Abrantes, onde se inclui o serviço de orientação do Procon Marília aos supermercados para serem oferecidas caixas de papelão ao consumidor, além de determinar entrega gratuita de sacolinhas “reutilizáveis, recicláveis ou retornáveis”. A ONG MARÍLIA CENTENÁRIA chegou a apresentar uma solução viável, SEM COBRANÇA, com a utilização das SACOLAS BIODEGRADÁVEIS. RELEMBRE;

IPLUGEP ONG MARÍLIA CENTENÁRIA sugere máquinas recicladoras com cashback em pontos estratégicos da cidade para se criar a cultura da reciclagem

O Instituto de Planejamento Urbano e Gestão de Projetos Marília Centenária, foi fundado em 2018 justamente com o foco na melhoria da qualidade de vida da população, SEJA QUAL FOR A ÁREA. A meta inicial sempre foi a apresentação de projetos e ideias que pudessem contribuir para a construção ambiciosa da CIDADE QUE QUEREMOS no centenário da cidade a ser comemorado em 2029.

Segundo o presidente, Lourivaldo Carvalho Balieiro, a ideia da ONG foi apresentada em uma startup de São Paulo que trouxe para o Brasil um projeto que já faz sucesso pela Europa e Ásia. É uma máquina de reciclagem que reverte embalagens vazias em créditos ou descontos para o consumidor.

É uma máquina de venda reversa (“reverse vending machine”), destinada a recolher resíduos sólidos reutilizáveis e/ou recicláveis, como PET, copinhos de plástico, latas de alumínio, embalagens longa vida, vidro. A ideia é evitar que esses materiais sejam descartados de maneira errada e ainda conscientizar as pessoas sobre a importância da reciclagem e da logística reversa fechando o ciclo do produto.

Como exemplo, as máquinas de reciclagem ficam em pontos movimentados da Grande São Paulo como estações de metrô, terminais de ônibus e shopping centers.

O funcionamento é bem simples: basta o usuário se cadastrar no site ou aplicativo do projeto, levar o recipiente reciclável, inserir na máquina e esperar ela gerar pontos. A máquina reconhece o material por meio de um leitor de código de barras e computa pontos no perfil do cidadão.

Como funciona:

  1. Cadastre-se: O consumidor se identifica na máquina usando CPF ou aplicativo Ecoloop. 
  2. Recicle: Insere as embalagens recicláveis na máquina. 
  3. Acumule recompensas: Recebe pontos ou cashback, dependendo da parceria. 
  4. Beneficie-se: Troque os pontos por descontos em lojas ou doe para entidades, ONGs, associações, asilos, etc. 

Para o presidente, a prefeitura precisa ser a grande incentivadora, não só com a coleta seletiva nos bairros, mas também com a instalação destas máquinas em parceria com algumas empresas em locais de grande fluxo de pessoas. ”No universo da sustentabilidade, entender a diferença entre lixo e material é fundamental. Enquanto o termo “lixo” remete a algo descartado sem valor, os resíduos ou materiais, quando destinados corretamente, podem se transformar em novos produtos. Essa mudança de perspectiva é a base para a economia circular – e é exatamente isso que o IPLUGEP propõe com a Máquina Recicladora, que já é utilizada na capital e muitas outras cidades”, comentou.

”Todo o material coletado por meio da Máquina Recicladora será encaminhado para empresas de reciclagem da cidade, como ocorre em Ribeirão, Sorocaba e Uberlândia. Esse processo garante que os resíduos sejam devidamente tratados e inseridos na cadeia produtiva, promovendo uma participação ativa na economia circular. Dessa forma, cada ação de reciclagem contribui para a redução do impacto ambiental e fortalece o compromisso com um futuro mais sustentável” explicou.

Transformar o conceito de “lixo” em material é mais do que uma mudança de nomenclatura – é um convite à reflexão e à ação em prol do meio ambiente. Com a implantação da Máquina Recicladora, toda a sociedade têm a oportunidade de se envolver em uma prática consciente e inovadora de descarte. CONFIRA NO VÍDEO QUE ABRE ESTA MATÉRIA.

”Ao adotar essa nova cultura de descarte, estamos não só contribuindo para a redução dos impactos ambientais, mas também promovendo uma educação sustentável que faz a diferença no presente e no futuro”, concluiu.

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