O vídeo que abre esta matéria fala por si só, principalmente quando o chefe de gabinete, Rafael Goro e o Genitor do prefeito, Abelardo Camarinha se dirigem as centenas de pessoas em frente ao paço municipal na última quinta-feira.

SE ALGUÉM ESPERAVA A PRESENÇA DO PREFEITO LEGAL DA CIDADE, VINÍCIUS CAMARINHA, ACABOU SE DECEPCIONANDO. O MESMO MOSTROU QUE TEM UMA HABILIDADE ENORME PARA GRAVAR VÍDEOS EM REDES SOCIAIS E PEDIR VOTOS, MAS QUANDO O ASSUNTO É O EMBATE, MELHOR CHAMAR PAPAI.

O FATO NÃO É NOVIDADE. Após um acordo assinado no Tribunal de Justiça de São Paulo em 18 de junho de 2015 se encerrava aquela que foi a maior greve dos servidores municipais de Marília onde em nenhum momento o prefeito Vinícius em seu primeiro mandato, teve a coragem de realizar o embate direto.

Vídeo nas redes sociais, flagraram uma cena de fuga no interior de um supermercado na zona norte da cidade. Foram 36 dias de paralisação com mobilização em frente ao prédio da prefeitura, assim como fizeram os ex funcionários da GF.

A paralisação do funcionalismo municipal teve início no dia 14 de maio, onde a categoria pedia 8,4% de aumento, que seria para cobrir a inflação acumulada no período, além de outros itens.

O movimento foi marcado por muitos protestos na Avenida Sampaio Vidal, onde fica o prédio da prefeitura, e por diversas vezes o trânsito ficou impedido. Sem chegar a um acordo, polêmicas surgiram, principalmente depois que a prefeitura anunciou que descontaria os dias parados.

A mobilização do ex funcionários da GF, durou apenas três dias, mas causou quase o mesmo efeito da greve dos servidores tamanho foi o estrago político devido à repercussão e o sumiço do prefeito.

A REVOLTA DA MAIORIA DOS FUNCIONÁRIOS ERA VISÍVEL E AS AÇÕES JUDICIAIS IRÃO CONTINUAR CONTRA A EMPRESA E CONTRA A PREFEITURA DE AMARÍLIA.

Aírton Digno Cantuária, líder da mobilização, foi o principal injustiçado, pois não recebeu nenhum centavo e ainda foi obrigado a ouvir que se quisesse receber entrasse com uma ação.

Além de Aírton, gestantes e funcionárias que estavam de licença também ficaram de fora do acerto, segundo o chefe de gabinete por ordem da própria empresa.

Fato sem nexo foi quando Abelardo Camarinha, pai do prefeito Vinícius Camarinha, sem qualquer função oficial na prefeitura, fez uso da palavra, teve acesso à lista e acabou sendo alvo de críticas por parte de manifestantes.

Durante a discussão, Abelardo teria atribuído a orquestração e organização da mobilização e do protesto a vereadores de oposição, sendo esta uma inverdade, ou como eles falam, fake news. Como era de esperar a declaração que gerou reações entre os presentes até com chacotas.

Uma das manifestantes que preferiu não se identificar para evitar represálias fez questão de registrar a sua revolta; ”tem gente aqui com cinco meses de casa e ganhou seis mil reais e quem tinha dois anos recebendo três mil ou quatro mil. Quem tinha um ano e cinco meses ganhando mil e quinhentos. ENFIM, muita coisa errada. Teve gente com um ano de casa recebendo oitocentos reais. Isso é injusto, desumano onde quem era amigo deles ou indicado ganhou mais, e quem não era ficou no prejuízo. Agora sabe lá quando vai julgar essa ação”, concluiu.

Nesta segunda-feira, não haverá mobilização, mas a comissão deverá se reunir para tentar uma liminar forçando a prefeitura a pagar as pessoas que ficaram sem receber. O NOSSO JORNAL ACOMPANHA..

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