
Sem dúvida é o assunto mais comentado da semana. Em ato de campanha em Belém (PA) na 2ª feira (28.set.2026), Lula criticou os homens por não fazerem exame de próstata. Afirmou que as mulheres aprendem a “tomar toque” desde pequenas.
Eis a fala de Lula: “Nós, hoje, fizemos a 1ª operação robótica de próstata aqui no Estado do Pará e no norte do país. A 1ª operação robótica. E por que isso é importante? Porque o homem é covarde. O homem não gosta de fazer teste de próstata. Ele não gosta de toque. As mulheres aprendem a tomar toque desde pequenas. O homem não, ele é cheio de trejeitos. Ele não sabe que, quando ele tiver câncer de próstata, vão dar muito toque nele.”.
O fato é tão polêmico que o médico Victor Augustho Barbosa afirmou na 3ª feira (29.set.2026) em suas redes sociais que notificou a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) e a Febrasgo (Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia) e pediu um posicionamento oficial sobre a fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acerca de exames ginecológicos.
O PT divulgou uma nota à imprensa na terça-feira (29) após a repercussão de uma declaração do presidente Lula sobre a resistência dos homens ao exame de prevenção do câncer de próstata. Na nota, o PT afirmou que Lula “obviamente se referiu aos exames ginecológicos preventivos que fazem parte da cultura da saúde da mulher”.

O partido disse ainda que os homens resistem aos exames urológicos preventivos por causa de uma “cultura machista” e acusou apoiadores de Flávio Bolsonaro de retirarem a fala de contexto para alimentar o que chamou de “máquina de fake news”.
O fato é que a declaração acabou viralizando nas redes sociais com diversas manifestações contrárias afirmando que tal fala poderia soar como um incentivo a pedofilia. Por um outro lado, durante ato de campanha em Salvador na terça-feira (29), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) rebateu publicações feitas nas redes sociais alegando uma fala distorcida na segunda-feira (28).
Embora não tenha nada a ver uma coisa com a outra, toda e qualquer ocorrência desta natureza que venha a ocorrer no Brasil inteiro, irão se lembrar da declaração, não por incentivo ou defesa, mas pela polêmica gerada em função de uma palavra mal colocada. É o que está acontecendo na cidade de Marília.
Delegacia de Defesa da Mulher investiga abuso sexual contra criança autista em Marília

O caso chocou a todos na manhã de hoje após a divulgação do caso. A Delegacia de Defesa da Mulher investiga um caso de violência sexual contra uma menina autista de apenas 13 anos de idade.
A denúncia foi registrada na tarde de ontem, quarta-feira (30) e está sob sigilo na unidade policial. Nossa reportagem apurou que a vítima reside na zona norte da cidade.

Segundo consta, a garota, acompanhada pela avó, buscou atendimento médico na UPA Norte, onde foi constatado o abuso, que teria como autor um adolescente de 14 anos, que estuda na mesma escola que a vítima. O caso foi registrado como estupro de vulnerável.
A Lei 12.015/2009 classifica como estupro de vulnerável qualquer ato libidinoso contra menores de 14 anos ou pessoas com deficiência mental, com pena que varia de oito a 15 anos de reclusão. Em caso de sendo menor o mesmo é apenas encaminhado a fundação casa.
DIRETO DO PLANTÃO POLICIAL


