
DE FORMA ANTECIPADA, deixamos aqui a nossa posição que não é de sacrificar o servidor público, porém produzir uma matéria de leve a administração municipal e pasta responsável a reflexão sobre o FAMOSO CUIDAR DAS PESSOAS. Marília precisa sair na frente como uma cidade referência em atenção a saúde, implantando o rodízio nos feriados prolongados.
O fechamento de unidades básicas de saúde (UBSs) por até quatro dias devido a feriados prolongados é um evento que ocorre em diversas cidades do Brasil, afetando pacientes com consultas marcadas e tratamentos contínuos.

Como já ocorria na administração de Daniel Alonso, os serviços de urgência e emergência, como UPAs e hospitais, geralmente funcionam ininterruptamente durante esses períodos, mas isto é a nível nacional. CADE A INOVAÇÃO DO PREFEITO VINÍCIUS CAMARINHA?

As unidades básicas de saúde (UBS) adotam a partir desta quinta-feira (20) o fechamento de todas as unidades de saúde de Marília que só retornam na segunda-feira. Segundo informações colhidas pela nossa reportagem, com atendimento até as 19 horas. Então, você dona de casa trate de avisar a doença para aparecer somente na segunda-feira.

NÃO TEMOS NENHUMA CARTA DE AUTORIZAÇÃO PARA DEFENDER A UNIMAR QUE ADMINISTRA AS UPA’S, MAS TODOS JÁ SABEM O QUE VAI OCORRER. FILAS, DEMORA NO ATENDIMENTO E INÚMERAS RECLAMAÇÕES. O PACIENTE NÃO TEM NOÇÃO QUE A GESTORA NÃO TEM CULPA DO SOBRECARGA.
A RESPONSABILIDADE É DO PREFEITO QUE SIMPLESMENTE FECHA AS PORTAS, TRANSFERE A RESPONSABILIDADE E VOLTA PARA SUA CASA EM SÃO PAULO DEIXANDO OS PACIENTES A VER NAVIOS. VERDADE SEJA DITA E ALGO PRECISA SER FEITO.

O fechamento prolongado gera transtornos para a população, especialmente para aqueles que dependem desses postos para consultas de rotina, retirada de medicamentos ou vacinação, resultando em superlotação das UPAs .
A decisão da prefeitura de Marília de emendar o feriado da Consciência Negra já a partir desta quinta-feira (20) causa revolta entre pacientes que tinham consulta marcada para o dia nas Unidade Básica de Saúde (UBS).
A solução é simples

Em nossa humilde opinião, nos dias em que não houver unidade de PSF em funcionamento, os usuários poderiam ser encaminhados aos postos de referência regionais, de modo que não haveria prejuízo no atendimento aos pacientes e nem sobrecarga das UPAs. BASTA UMA Unidade Básica de Saúde (UBS) EM ATENDIMENTO POR REGIÃO. SIMPLES ASSIM.
É O QUE SEMPRE DEFENDEMOS. A SOLUÇÃO DA SAÚDE DE MARÍLIA É SIMPLES, E PASSA SIMPLESMENTE PELA READEQUAÇÃO REGIONAL E CONTRATAÇÃO DE MÉDICOS ESPECÍFICOS, COMO JÁ EXPLICAMOS AQUI POR REITERADAS VEZES. MAS, O SISTEMA IMPEDE A IMPLANTAÇÃO.
DIRETO DA REDAÇÃO

