
A Caminhada pela Justiça e Liberdade, liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), chegou ao seu 90° quilômetro no início da tarde desta quarta-feira (21).
A cada passo dado desde a última segunda (19) rumo a Brasília (DF), cada vez mais políticos e apoiadores têm se juntado ao movimento, que busca chamar atenção para os atos judiciais relacionados ao 8 de janeiro e ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Como mostramos em matéria publicada ontem, o ato simbólico que deve durar sete dias busca chamar atenção para prisões e decisões judiciais que a direita considera injustas, além de defender tratamento digno aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro e ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

O movimento começou na cidade mineira da Paracatu, para onde Nikolas tinha viajado para participar da entrega de uma emenda parlamentar, e tem como destino final a capital federal.
A cada 10 quilômetros de caminhada, Nikolas tem relembrado a história de uma pessoa punida pelos atos de 8 de janeiro ou alvo de decisões do STF. No 90° quilômetro, o nome escolhido foi justamente o de Bolsonaro.

A expectativa é de que, até o fim do trajeto, mais pessoas ainda se juntem ao grupo. Figuras como o vereador de Curitiba (PR) Guilherme Kilter (Novo), o vereador de Erechim (RS) Rony Gabriel, a vereadora de Fortaleza (CE) Bella Carmelo (PL), o deputado estadual Carmelo Neto (PL-CE) e os deputados federais Filipe Barros (PL-PR), Sargento Fahur (PSD-PR), Luiz Lima (Novo-RJ) já confirmaram que vão participar do movimento.
Confira os nomes de quem está ou já esteve na caminhada (alguns nomes participaram pontualmente e não seguirão durante todo o trajeto):
Nikolas Ferreira, deputado federal por Minas Gerais
André Fernandes, deputado federal pelo Ceará
Gustavo Gayer, deputado federal por Goiás
Guilherme Batista, pregador
Marcelo Bonifácio, cantor
Pablo Almeida, vereador por Belo Horizonte (MG)
Wess Guimarães, influenciador
Carlos Bolsonaro, ex-vereador pelo Rio de Janeiro (RJ)
Luciano Zucco, deputado federal pelo Rio Grande do Sul
Rafael Satiê, vereador pelo Rio de Janeiro (RJ)
Fernando Holiday, vereador por São Paulo (SP)
Carlos Jordy, deputado federal pelo Rio de Janeiro
Sargento Gonçalves, deputado federal pelo Rio Grande do Norte
Major Vitor Hugo, deputado federal por Goiás
Luiza Cunha, filha de Cleriston Pereira da Cunha, o Clezão
Thiago Medina, vereador pelo Recife (PE)
João Pedro Pugina, vereador por Araçatuba (SP)
Magno Malta, senador pelo Espírito Santo
Lucas Pavanato, vereador por São Paulo (SP)
Lucas Polese, deputado estadual pelo Espírito Santo
Pedro Poncio, ex-MST
Sebastião Coelho, ex-desembargador
Eduarda Campopiano, vereadora por Praia Grande (SP)
Junio Amaral, deputado federal por Minas Gerais
Chiara Biondini, deputada estadual por Minas Gerais
Vile Santos, vereador por Belo Horizonte (MG)
Douglas Garcia, ex-deputado estadual por São Paulo
Mauricio do Vôlei, deputado federal por Minas Gerais
Capitão Martim, deputado estadual pelo Rio Grande do Sul
Ivson de Castro, vereador por Sete Lagoas (MG)
Samuel Caires, vereador por Janaúba (MG)
Matheus Braga, vereador por Ipatinga (MG)
Ugleno Alves, vereador por Teófilo Otoni (MG)
Pedro Luiz, vereador por Contagem (MG)
Thomaz Henrique, vereador por São José dos Campos (SP)
Direita fará atos pró-Bolsonaro em São Paulo e Brasília neste domingo

A direita deve realizar atos pró-Bolsonaro em São Paulo e Brasília neste domingo As manifestações estão sendo organizadas e divulgadas por apoiadores e lideranças conservadoras, com grande mobilização nas redes sociais.
O evento ocorre em meio ao cenário político de forte polarização e deve reunir participantes em pontos estratégicos das duas capitais, com discursos, bandeiras e presença de grupos organizados.
Mobilização cresce nas redes sociais
Nos últimos dias, convocatórias e publicações intensificaram o chamado para a participação nos atos. A mobilização online vem sendo usada para aumentar o alcance das manifestações e reforçar pautas defendidas por apoiadores do ex-presidente.
Aliados de Bolsonaro afirmam que os atos representam apoio político e demonstram força popular. Já críticos classificam as manifestações como parte de uma estratégia de pressão e disputa de narrativa no cenário nacional.

São Paulo e Brasília devem concentrar participantes
As duas cidades costumam ser escolhidas por seu peso político e simbólico. São Paulo, por ser o maior centro urbano do país, tende a reunir grande número de apoiadores. Já Brasília concentra a sede dos Poderes e costuma ter grande impacto em repercussão política e institucional.
A expectativa é de que as manifestações ganhem destaque durante o domingo e continuem repercutindo nos dias seguintes, principalmente em redes sociais e no debate político.
Cenário político segue aquecido
O ato acontece em um momento de forte movimentação entre oposição e governo, com temas jurídicos e políticos gerando repercussão diária. Para analistas, eventos públicos tendem a manter a polarização ativa e ampliar o engajamento de grupos políticos.
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