
Passados praticamente cem dias, alegando queda na arrecadação em 2025, o prefeito Vinicius Camarinha publicou o Decreto nº 14.750 com medidas para conter gastos públicos em Marília. Entre elas, redução de pelo menos 20% nos aluguéis pagos pelo município, cortes de 50% em eventos, restrição em viagens e horas extras limitadas.
Na gestão pública, a frase “governar é elencar prioridades” significa que governar implica necessariamente fazer escolhas e definir quais problemas e ações são mais importantes e urgentes, uma vez que é impossível atender a todas as demandas simultaneamente. Governantes precisam estabelecer uma hierarquia clara de prioridades, o que exige clareza sobre os objetivos e a capacidade de fazer escolhas difíceis e aceitar os “trade-offs” resultantes.
Apesar das promessas de campanha, Marília continua registrando altos números nas ocorrências de suicídio, se mantendo como a campeã estadual e nas primeiras posições a nível nacional. QUAL A PREOCUPAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO QUE CUIDA?

Segundo denúncia realizada na tribuna da câmara municipal, foram retirados cerca de R$ 200 mil do CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) que faz o atendimento a pacientes com distúrbios psicológicos e integrantes dos grupos de risco em suicídio. DESTINO; LUZES DE NATAL.

Com o fechamento de oito UBS’s que foram transformadas em PSF’s para sair do cofre da prefeitura e pegar dinheiro do governo federal, o atendimento a população está sucateado E SOBRECARREGANDO AS UPAS. A solução seria a construção de pelo menos mais 4 UNIDADES AVANÇADAS DE UBS.
Há um projeto de constrição de uma delas em parceria com a FAMEMA, o que poderia ajudar em muito. Ocorre que foram retirados cerca de R$ 300 mil da UBS para comprar lâmpadas natalinas.

Ao todo, segundo a denúncia, a somatória geral ultrapassa a casa dos R$ 1 milhão de reais do orçamento foi destinado às luzes de Natal, o que sem dúvida nenhuma dá um excelente marketing e claro, vídeos para as redes sociais.
Será que essa seria a prioridade? Postos de saúde faltando esparadrapos, luvas e até médicos. Exames de sangue sendo agendados somente para o ano de 2026 por falta de recursos e a preocupação são os efeitos da aprovação popular com as luzes de natal.

O país vive um momento crítico e atual conjuntura econômica pede responsabilidade com a verba pública. Como se já não bastasse locação de carro de luxo sem necessidade, agora luzes de natal com dinheiro da saúde, aliás, pior, da saúde mental. COM A PALAVRA OS SENHORES VEREADORES E SENHORAS VEREADORAS QUE FAZEM VISTA GROSSA PARA O FATO E AINDA IRÃO BATER PALMINHAS….
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