
O PRINCÍPIO DA QUEDA SE DÁ QUANDO A SOBERBA SOBRE OS DEGRAUS DO PODER EM DETRIMENTO DO POVO. Este ditado é antigo e sempre é constatado onde o coronelismo e ditadura prevalecem para manter as engrenagens de um sistema sacrificando os pagadores dos impostos.
CAGA RAIVA, TRAIDOR, LÍNGUA PRETA, FAKE NEWS. Estes são alguns dos termos a serem utilizados por alguns bate paus de plantão, para quem ousar publicar ou comentar alguma coisa em alguma emissora de rádio. A ordem por aqui é LEI DA MORDAÇA e silencio total diante das pendências da administração.
PELO MENOS FOI O QUE PUBLICOU O CONCEITUADO PORTAL GIRO MARÍLIA DO JORNALISTA ROGÉRIO MARTINEZ sobre a decisão da administração municipal em PROCESSAR QUEM POSTAR QUALQUER RECLAMAÇÃO QUE A ADMINISTRAÇÃO CONSIDERE COMO FAKE NEWS, TIPO; FALTA DE MÉDICOS, FALTA DE MEDICAÇÃO, MAU ATENDIMENTO NAS UBS E PSF’S E POR AI AFORA. SÓ VALE SE VOCÊ FALAR BEM….

Com a manchete; ”Serviços de Saúde em Marília acusam danos com boatos e vão à polícia”, a matéria discorre sobre Serviços de saúde da cidade acusando uma onda de boatos com danos a serviços em casos que já chegaram à Polícia civil e devem ir também à Justiça na cidade.
Envolvem tanto serviços municipais, como atendimentos em contratos de gestão e serviços do HC Famema, estadual. A disseminação das informações em redes sociais provocou, inclusive, série de notas oficiais para desmentir boatos e notícias falsos. Na Secretaria Municipal de Saúde, a decisão de levar os casos à Polícia chegou em reunião de diferentes setores com a Procuradoria Jurídica.
Pelo que se entende, o objetivo da Prefeitura é combater a “boataria” e mentiras que afetam serviços essenciais, especialmente em grupos de WhatsApp e redes sociais.
O NOSSO JORNAL É O ÚNICO VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO A FAZER UMA CAMPANHA DECLARADA CONTRA AS FAKE NEWS, CONFORME OS BANNER QUE SEGUEM ABAIXO.



O que diz a lei:
A divulgação de fake news que calúnia, difama ou causa danos ao patrimônio público pode resultar em processos cíveis e criminais. Além disso, o Marco Civil da Internet (art. 19) e interpretações do STF permitem a responsabilização por danos gerados por conteúdos falsos.
QUE FIQUE BEM CLARO, O NOSSO JORNAL É CONTRA TODA E QUALQUER PUBLICAÇÃO FAKE NEWS COM CLAROS OBJETIVOS SENSACIONALISTAS, NO ENTANTO, REPUDIA AO MESMO TEMPO, TODA E QUALQUER FORMA DE REPRESSÃO CONTRA O POVO E SUAS MANIFESTAÇÕES, DESDE QUE COMPROVADAS NO DIA A DIA.
O QUESTIONAMENTO SE FAZ JUS SOBRE OS CRITÉRIOS A SEREM ADOTADOS PARA JULGAR O QUE É FAKE NEWS E O QUE NA REALIDADE FERE A ADMINISTRAÇÃO POLITICAMENTE EM ANO ELEITORAL. QUEM IRA DECIDIR ? HÁ UMA COMISSÃO COM REPRESENTANTES DO POVO OU SÓ OS CARGOS COMISSIONADOS ? E SE AS DENÚNCIAS DO CONTRIBUINTE FOREM VERDADEIRAS ?

Se você achou que o primeiro ano da administração de Vinícius Camarinha foi tocada a TIK TOK de bom moço e também com pitadas salgadas no aumento abusivo de taxas de principalmente do IPTU, não esperava por esta. A DECISÃO MAIS DURA TOMADA POR UM PREFEITO DA CIDADE CONTRA O POVO QUE AGORA ESTÁ PROIBIDO DE RECLAMAR.
EM PENSAR QUE A VENEZUELA CONSEGUIU SE LIVRAR DE UM ESTADO SEMELHANTE A ESTE QUE LEVOU DIVERSAS PESSOAS A PRISÃO. NA CHINA O MODELO AINDA PERSISTE E NO IRÃ, MAIS DE 40 MIL PESSOAS FORAM ASSASSINADAS POR SE MANIFESTAR. APENAS UM TERMÔMETRO.

A liberdade de expressão é um direito humano fundamental que garante a qualquer pessoa o direito de exprimir, divulgar e compartilhar opiniões, ideias e informações, sem censura prévia ou interferência ilegal, utilizando a palavra, imagem ou som. Protegido por tratados internacionais e pela Constituição Federal de 1988 (Art. 5º) no Brasil, este direito é essencial em democracias, mas não é absoluto.
Contexto no Brasil:
Constitucionalmente garantida (Art. 5º e 220), a liberdade de expressão foi revogada em 1937 e restringida durante a ditadura militar (1964-1985), sendo restabelecida pela Constituição de 1988.
Limites éticos e morais:
A liberdade de expressão não protege ofensas ou discursos que violem a dignidade humana ou incitem violência, equilibrando o direito de expressão com a integridade moral de indivíduos e grupos.
Iniciativa nos faz lembrar do Nordeste: Um olhar além dos “currais eleitorais”

Antigamente, qualquer cidade nordestina vivia um clima na qual consideramos coronelismo, onde quem contrariasse o coronel acaba morto ou apanhava muito de seus jagunços.
O DITO CORONÉ, era dono da vendinha, dono da farmácia, dono do caminhão que distribuía água e dono das maiores fazendas que na ocasião praticava o trabalho escravo. O POVO ERA OBRIGADO A COMER NA MÃO DO HOMEM, SENÃO…….
As ideias de “coronelismo”, de “mando exclusivista”, de “curral eleitoral”, de “voto de cabresto” tornaram-se quase um lugar-comum na literatura sociológica e moldaram a visão dominante sobre o sertão nordestino – da Primeira República aos tempos atuais. Essas ideias receberam uma refutação consistente por parte do antropólogo Jorge Mattar Villela, professor titular da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
Nas regiões Norte e Nordeste, o coronelismo moderno mantém características de “amigos pão e para os inimigos pau”, onde a máquina pública é utilizada para benefício de grupos familiares (patrimonialismo).
O coronelismo nos dias de hoje nas cidades do norte do Brasil, frequentemente chamado de neocoronelismo ou novo coronelismo, persiste adaptado à democracia moderna, focando-se menos na coerção física direta e mais no clientelismo, no controle de recursos públicos e na influência oligárquica.

Principais Características do Coronelismo Atual no Norte ONDE QUALQUER SEMELHANÇA É MERA COINCIDÊNCIA
- Substituição da Terra pelo Voto de Cabresto Moderno: Embora a estrutura fundiária ainda seja importante, a base de sustentação passou a ser a política assistencialista-paternalista. O “coronel” moderno controla votos através da distribuição de benefícios sociais, cargos na prefeitura e auxílios, criando um vínculo de gratidão e dependência.
- O “Neo-Coronel” e a Máquina Pública: O poder local frequentemente não está mais na figura de um fazendeiro com jagunços, mas sim no prefeito, deputados ou famílias tradicionais que controlam a prefeitura e os cargos públicos, utilizando o orçamento municipal para se perpetuar.
- Patrimonialismo e Filhotismo: Práticas onde a gestão pública é confundida com a privada, contratando aliados políticos (filhotismo) em vez de técnicos qualificados, garantindo a lealdade da máquina administrativa.
- Conexão Regional e Nacional: O coronel local atua como intermediário, captando verbas federais e estaduais e negociando apoio político nessas esferas em troca de votos, influenciando o cenário político maior.
- Persistência em Cidades Pequenas: O fenômeno é mais forte em municípios menores, onde a economia local é fraca e a população depende diretamente da prefeitura para empregos e serviços básicos, tornando o voto uma troca de favores.
Em resumo, o coronelismo atual no Norte do Brasil reinventou-se, trocando a força bruta pelo clientelismo e pela influência sobre a máquina administrativa municipal para manter o controle político ONDE AS COMUNICAÇÕES DIGITAIS SÃO DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA.

NUNCA NA HISTÓRIA DE MARÍLIA TAL INICIATIVA FOI TOMADA, EMBORA O MEIO UTILIZADO NOS ÚLTIMOS 40 ANOS FOSSE A COOPTAÇÃO DE VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO, LIDERANÇAS COMUNITÁRIAS E PESSOAS COM FACILIDADE DE PERSUADIR.
MUDAM SE OS MEIOS, MAS AGORA DE UMA FORMA GERAL, CALANDO A BOCA E OS DEDOS DO POVO QUE TEM COMO ÚNICO INSTRUMENTO ÀS VEZES FILMAR DETERMINADOS FATOS NAS REDES SOCIAIS OU RECLAMAR NOS GRUPOS.

É IMPORTANTE LEMBRAR QUE O PREFEITO VINÍCIUS CAMARINHA É O AUTOR DO PROJETO DE LEI QUE CRIOU A LEI DA MORDAÇA ENTRE OS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS, ONDE MUITOS FORAM PUNIDOS POR SE EXPRESSAREM NAS REDES SOCIAIS.
O BOM POLÍTICO TEM O POVO COMO TERMÔMETRO DE SUA ADMINISTRAÇÃO E ACABA AUXILIANDO NA ADMINISTRAÇÃO. O QUE PRECISAMOS COIBIR É O SENSACIONALISMO E FAKE NEWS E DE PSEUDO JORNALISTAS, ATIVISTAS E OPORTUNISTAS. FALEI E TÁ FALADO.
DIRETO DA REDAÇÃO


