
O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Novo, Romeu Zema, confirmou neste sábado (18 de julho de 2026), durante o 10º Encontro Nacional da legenda em São Paulo, que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) é uma das opções avaliadas para compor sua chapa como candidata a vice-presidente.
A possibilidade ganhou força após interações entre os dois líderes políticos nas redes sociais e a reconfiguração interna do bloco, que descartou o empresário Geraldo Rufino para o posto.

Ao justificar a viabilidade do nome de Michelle, Zema ressaltou que o principal critério adotado para a escolha de seu aliado é o histórico de “ficha limpa”, elemento classificado por ele como essencial para garantir a independência do projeto governamental.
Em paralelo, o Novo mantém articulações com a Executiva Nacional do Podemos para ampliar a coligação de centro-direita, enquanto a definição formal do vice poderá ser postergada até o limite do prazo legal de 5 de agosto, permitindo o avanço das negociações de bastidores.
SEM CHANCE: Michelle elenca os impedimentos que inviabilizam essa possibilidade

Michelle Bolsonaro (PL) usou as redes sociais neste sábado (18) para afastar as especulações sobre uma possível candidatura a vice-presidente na chapa de Romeu Zema (Novo) em 2026.
A manifestação ocorreu após o ex-governador citar seu nome como uma das possibilidades para compor a chapa presidencial. Michelle foi categórica ao afirmar: “Primeiro, eu não defini se serei candidata nem ao Senado. Portanto, essa proposta [de ser vice] não pode sequer ser cogitada.
Segundo, estou filiada ao PL. Um mesmo partido não pode ter duas cabeças de chapa concorrendo em coligações distintas para os mesmos cargos majoritários. Portanto, não há nenhuma possibilidade de isso acontecer.”

Ela também destacou: “Neste momento, continuo priorizando os cuidados com o meu marido.” Zema, por sua vez, havia declarado que Michelle era “uma possibilidade”, acrescentando: “Nome ficha limpa é sempre um nome muito bom.”
Pela legislação eleitoral, partidos e federações definem oficialmente suas chapas apenas durante as convenções partidárias, etapa obrigatória antes do registro das candidaturas.
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