Antes de publicarmos esta matéria, estávamos a refletir aonde está o coração dos vereadores e vereadoras que votaram a favor do aumento do IPTU E DA TAXA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA MAIS CARAS DE TODA A HISTÓRIA DA CIDADE DE MARÍLIA.

O prefeito Vinícius está rindo a toa, mas a população está chorando lágrimas de sangue. Quem já não está conseguindo pagar o IPTU reajustado em índices nunca vistos, agora terá que cortar despesas de alimentação ou farmácia para pagar o AUMENTO DA TAXA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA da iluminação do poste que fica próximo a sua casa.

Para quem não se lembra, fazemos questão de RELEMBRAR que a maioria dos vereadores, em uma urgência injustificável (criada pelo Prefeito Vinícius Camarinha), aprovou, por 11 votos à 5, o AUMENTO DO IPTU e da CIP (Contribuição para o custeio da Iluminação Pública). O vereador “Chico do Açougue” foi o único que não participou da sessão por problemas de saúde. ELES NÃO TIVERAM DÓ DO TRABALHADOR MARILIENSE;

Tomando por base um aumento médio de 25% do orçado para o IPTU do ano passado no valor de R$ 167 milhões, neste ano de 2026 o novo IPTU de Marília renderá aos cofres da Prefeitura R$ 209 milhões, ou seja, R$ 42 milhões a mais, superando todas a receitas individuais do município, inclusive as transferências governamentais (Estado e União).

Muito estranho que o imposto mais alto do município seja justamente o da moradia, chega ser DESUMANO.  É MUITA FRIEZA PARA QUEM FEZ CAMPANHA AFIRMANDO QUE IRIA CUIDAR DO POVO.

Depois do estrago no bolso iniciado em janeiro, os moradores de Marília começaram agora, neste mês de maio a receber mais uma surpresa do rapaz que cuida ao abrirem as contas de energia elétrica.

Dezenas de xerox foram enviados a nossa redação, mas sabemos que milhares de faturas residenciais, comerciais, industriais e rurais chegaram com valores muito acima do esperado, provocando um verdadeiro choque no bolso da população.

Detalhando a conta para um entendimento mais fácil, basta calcular o que você paga em um mês na CIP (Contribuição para o custeio da Iluminação Pública) multiplicando por doze. GUARDE O RESULTADO. VOCÊ IRÁ COMPROVAR QUE NO VALOR FINAL DE SUA CONTA VOCE ESTARÁ PAGANDO UMA DÉCIMA TERCEIRA E ATÉ DÉCIMA QUARTA PARCELA DE ILUMINAÇÃO. ABSURDO.

O principal motivo desse aumento expressivo é a nova forma de cálculo da CIP, a Contribuição para o Custeio dos Serviços de Iluminação Pública e Monitoramento Urbano. De acordo com a Lei Complementar número 1013 de 2025, que foi aprovada em setembro do ano passado e entrou em vigor agora, a cobrança passou a ser ampliada com base no consumo de cada imóvel.

Antes, a CIP era cobrada com valores fixos, conforme a faixa de consumo. Agora, passou a ser calculada por porcentagem — entre 5% e 20% — aplicada sobre o valor total da energia consumida (kWh). A regra está prevista no artigo 508 do Código Tributário do Município e varia conforme o tipo de consumidor e o consumo mensal.

Na prática, quem consome até 100 kWh continua isento. Entre 101 e 150 kWh, a cobrança é de 5%. Acima disso, o percentual pode chegar a 20% para residências, além de valer também para comércios e indústrias. Já imóveis rurais pagam 7%.

Principais Impactos na Conta de Luz (Maio 2026):

  • Nova CIP: A taxa, antes fixa, passou a ser calculada por percentual sobre o consumo, atingindo até 20% para quem consome mais de 150 kWh.
  • Relatos de Aumento: Moradores relataram aumentos expressivos na taxa, com casos de alta de mais de 400% — por exemplo, uma taxa que subiu de R\( 35,52 para R\) 192,71.
  • Reajuste Tarifário: A Aneel autorizou um reajuste de 9,15% nas tarifas de energia para consumidores residenciais da CPFL Paulista, com efeito a partir de 24 de abril de 2026.
  • Impacto Duplo: A combinação da mudança na base de cálculo da CIP (20% para consumo acima de 150 kWh) com o reajuste tarifário de 9,25% na baixa tensão (residencial) gerou uma elevação no valor final da fatura.

Regras da Nova CIP:

  • Isenção: Consumidores com consumo de até 100 kWh continuam isentos.
  • Faixas de Cobrança: Entre 101 e 150 kWh, a cobrança é de 5% sobre o valor do consumo.
  • Alíquota Máxima: Acima de 150 kWh, a cobrança pode chegar a 20% para residências, comércios e indústrias.
  • Imóveis Rurais: A alíquota fixa para imóveis rurais é de 7%.

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