Enquanto pensamos que o risco está apenas nos grandes centros ou apenas casos isolados, eis que os fatos mostram a cidade de Marília como rota das canetas emagrecedoras, causa de muitos males e contra indicações a saúde. Uma profissional da área foi flagrada com caixas no interior de seu veículo na zona oeste da cidade.

Segundo consta, em trabalho de inteligência envolvendo os policiais da SIG e a Polícia Rodoviária Federal, conseguiram a informação de que uma enfermeira de Marília estaria comercializando o medicamento com princípio ativo a tirzepatida e não possui registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Por volta da meia-noite, policiais do SIG realizavam patrulhamento em diligências quando interceptaram um Jeep Renegade, que as investigações apontavam como o veículo utilizado pela enfermeira para a comercialização do produto.

Os policiais acompanhados do Polícia Rodoviária Federal ao se depararem com o veículo, realizaram a abordagem, onde no interior do veículo estavam a própria enfermeira, seu marido e o pai dela.

Ao serem indagados sobre o produto, os mesmos negaram ter algo de ilegal no carro, no entanto, diante de um novo questionamento, confirmaram estarem de posse em uma mochila de quatorze frascos de tirzepatida, como citamos, proibida no país.

Frascos avaliados em três mil reais cada, ou seja, estavam de posse de mais de quarenta mil reais em mercadoria ilícita. A Polícia Civil prendeu em flagrante uma enfermeira e o marido dela, suspeitos de manter medicamento proibido no Brasil.

Ocorrência registrada no bairro Jardim Morumbi, zona oeste de Marília. O pai da enfermeira foi liberado por não estar aparentemente ligado a comercialização do produto que promete emagrecimento.

DIRETO DO PLANTÃO POLICIAL

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