
Uma Rodovia histórica e que deveria ser modelo. A BR-153, oficialmente denominada Rodovia Presidente João Goulart, também conhecida pelos nomes de Rodovia Transbrasiliana e de Rodovia Belém-Brasília, é a sétima maior rodovia do Brasil, ligando a cidade de Marabá (PA) ao município de Aceguá (RS), totalizando 3255,9 quilômetros de extensão.
Ao longo de todo o seu percurso, a BR-153 passa pelos estados do Pará, Tocantins, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, terminando na Fronteira Brasil–Uruguai.
Inaugurada em 1 de fevereiro de 1959 (encontro entre as frentes norte e sul de abertura da Rodovia Belém-Brasília na localidade de Ligação do Pará, a BR-153 é a principal ligação do Meio-Norte do Brasil (estados do Tocantins, Maranhão, Pará e Amapá) com a Região geoeconômica Centro-Sul do país.
Devido a esse fato e somado ao grande fluxo de veículos, a BR-153 é considerada atualmente como uma das principais rodovias de integração nacional do Brasil. Algumas importantes cidades brasileiras, assim como Passo Fundo (RS), Marília (SP), São José do Rio Preto (SP), Goiânia (GO), Anápolis (GO), Palmas (TO), Araguaína (TO), Imperatriz (MA), Marabá (PA) e Belém (PA), a utilizam como o principal corredor de escoamento.
Marilia está fora do planejamento de duplicação pelos próximos anos

Com quase 70 anos de história, a BR-153 foi considerada durante muito tempo uma rodovia bastante perigosa pela péssima conservação e seu traçado sinuoso no meio do cerrado goiano. Hoje sua duplicação entre Goiânia e Itumbiara e na região sul de Goiás encontra-se totalmente concluída.
Adentrando o estado de São Paulo, a situação era considerada critica entre as cidades de São José do Rio Preto e Ourinhos, passando por Marília e dezenas de outros municípios.
No dia 24 de Fevereiro de 2022, a duplicação da BR-153 no trecho de São José do Rio Preto foi inaugurado, melhorando a trafegabilidade da região de quem passa pela região ou quem viaja para as cidades de Barretos, Olímpia e Goiânia. No entanto, as obras de duplicação da rodovia entre Bady Bassitt e José Bonifácio e a ampliação do entroncamento com a BR-365 ainda ocorrem atualmente.
Em recente entrevista exclusiva ao jornalista Beno Bond da NOVATV da cidade de Lins, o Diretor-presidente da Triunfo Transbrasiliana, Paulo Hanke anunciou com muita tranquilidade a duplicação da BR-153 no trecho entre Lins e Getulina logo após a duplicação da rodovia entre Bady Bassitt e José Bonifácio e a ampliação do entroncamento com a BR-365.
”A Triunfo tem investido mais do que o dobro do previsto para a manutenção. Devemos terminar até agosto ou setembro no sul, e também cerca de 47 quilômetros de revitalização entre Marília e Ourinhos até chegar em Getulina. Estamos concluindo aquilo que chamamos de lote 1 no trecho de 51 quilômetros entre Belo Horizonte e Rio Preto, emendando tudo até José Bonifácio. Depois iniciaremos o trecho que compreende Promissão a Getulina. Acredito que em três ou quatro anos, estaremos concluindo a totalidade dos 320 quilômetros”, informou.
A informação sepulta de vez toda a politicalha que a classe politica de Marília vem realizando claramente visando o voto do eleitor neste ano eleitoral. Ao longo destes últimos 40 anos tivemos deputados federais eleitos por Marília ao congresso nacional, deputado estaduais eleitos na terra de Bento de Abreu para a Alesp, e por incrível que pareça, ninguém abraçou a causa durante todo esse tempo. Abrimos uma exceção ao Capitão Augusto, que pelo menos foi atrás e está realizando algumas ações, mas que infelizmente será mais um enxuga gelo depois da frieza das declarações do diretor presidente da empresa que pelo visto está pouco se importando com as vidas ceifadas.
A PREOCUPAÇÃO DELES FORAM AS PRIVATIZAÇÕES DAS RODOVIAS SP 333 E SP 294 QUE CERCAM A CIDADE IMPONDO O SACRIFICIO AOS MOTORISTAS NO PAGAMENTO DOS PEDÁGIOS QUE RENDEM MILHÕES AOS COFRES DA PREFEITURA ANUALMENTE. EM MARÍLIA SE PAGA PARA ENTRAR E PARA SAIR.
RELEMBRANDO A RODOVIA DA MORTE: Por falta de duplicação, madrasta e enteado de 12 anos morreram após tentativa de desviar de motorista que fazia ultrapassagem proibida em abril de 2023

Um vídeo gravado por uma câmera de segurança acoplada a um caminhão mostra a batida que matou uma mulher e o enteado dela, de 12 anos, na Rodovia Transbrasiliana (BR-153), em Marília (SP). O motorista que fez a ultrapassagem foi preso.
Nas imagens, registradas a partir do caminhão envolvido na colisão, é possível ver o momento em que um carro ultrapassa o veículo.
Para não bater de frente com o automóvel, o carro em que viajavam as vítimas, que vinha no sentido contrário, freia bruscamente. Logo em seguida, ele perde o controle e colide frontalmente com o caminhão. O veículo ainda teria batido em uma defensa metálica após a colisão.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, a batida foi registrada na altura do quilômetro 227, por volta das 13h30, em trecho sobre a ponte do Rio Tibiriçá.
Edna Nabas Soares, de 43 anos, e o enteado, Gustavo Henrique de Oliveira da Silva, de 12 anos, morreram no local. Eles viajavam de São José do Rio Preto (SP) para Marília. O caminhoneiro não se feriu e permaneceu na via até a chegada das equipes de resgate.
Casal de moto morre em batida frontal com carro na BR-153 em Marília

A questão de uma semana, um grave acidente envolvendo um carro e uma moto matou um casal no final da tarde desta quarta-feira (18) na Rodovia Transbrasiliana (BR-153), em Guaimbê.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão frontal ocorreu no quilômetro 216, no sentido capital-interior, quando um dos veículos invadiu a pista contrária.
As vítimas, um homem de 36 anos e uma mulher de 32, eram de Itajaí (SC) e morreram no local. O carro era conduzido por um homem de 31 anos, que foi socorrido com ferimentos graves e levado para o Hospital das Clínicas (HC) de Marília.
A polícia identificou as vítimas do acidente, sendo Larissa Louise Nogueira de Abreu, de 32 anos, e Osny Teruel Peres, de 36, morreram no local da colisão. Já o condutor do veículo, João Paulo Ramalho Neto, de 31 anos, foi socorrido com ferimentos graves e levado para o Hospital das Clínicas (HC) de Marília.
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