Mudaram o CNPJ, mas o sistema é o mesmo. Centenas de funcionários da nova empresa terceirizada da prefeitura contratada a peso de ouro para limpar as escolas reclamam do básico que não lhes é repassado após desempenharem com afinco suas funções.

A história se repete e não adianta o prefeito se esconder atrás do TIK TOK e passar outra realidade. Falta o pão de cada dia para quem se dedica ao trabalho, acreditando que irá receber pelo seu trabalho.

A GF Prestação de Serviços é uma das empresas terceirizadas que prestam serviços ao município. Esse movimento de greve surge por conta do atraso da empresa quanto ao pagamento da cesta básica dos funcionários, ticket alimentação referente ao mês de agosto e o vale-transporte de setembro.

Revoltados, os funcionários paralisarão suas atividades e nesta segunda-feira funcionários farão uma manifestação, em frente ao Teatro Municipal, com início nas primeiras horas da manhã, reivindicando os pagamentos atrasados.

Segundo as informações fornecidas por uma das líderes do movimento, até sábado não haviam recebido o salário que normalmente sai no quinto dia Útil. Com isto, as escolas não terão serviço de limpeza. SE MEXE PREFEITO.

A empresa foi manchete recentemente na imprensa regional quando aproximadamente 800 funcionários da empresa ameaçaram entrar em greve no dia 2 de outubro na cidade de São José do Rio Preto, caso não fosse feito o pagamento dos trabalhadores. Esse aviso foi dado pelo Sindicato dos Empregados em Turismo e Hospitalidade de Rio Preto e Região (SETH) a segunda-feira (29) de setembro.

O SETH notificou novamente a empresa GF Prestação de Serviços e a Prefeitura de Rio Preto sobre a situação. Após isso, o SETH apresentou um ofício sobre a possível greve para a Secretaria Municipal de Educação. 

Segundo informações, a secretaria confirmou que os repasses à empresa já teriam sido realizados e, no Diário Oficial de 24 de setembro, notificou a terceirizada, concedendo prazo até dia 1o de outubro para regularizar a situação, sob pena de rescisão contratual. NÃO DEU OUTRA. ELES PAGARAM E IMPEDIRAM A REALIZAÇÃO DA GREVE.

Em Marília, terra que era do Bento de Abreu, os funcionários estão abandonados. Não existe sindicato para defendê-los e até o momento nenhum vereador ou vereadora abraçou a causa. O NOSSO JORNAL IRÁ ACOMPANHAR A MOBILIZAÇÃO.

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