Filas enormes no ganha tempo para pedir novo recálculo, milhares de manifestações negativas nas redes sociais e a principal reclamação nos pontos de grande aglomeração de pessoas da capital nacional dos impostos e taxas. O mariliense não aguenta mais a péssima qualidade dos serviços básicos e ainda é surpreendida pela maior alta da história da cidade.

Sem alternativa, o pagador busca meios de comunicação confiáveis como portais de notícias independentes e outros veículos de comunicação para se manifestar. Foi o que aconteceu com o jovem Thiago da Silva Bernardes, que voluntariamente escreveu um texto manifesto contra o aumento abusivo dos impostos em Marília e ainda questionou a contrapartida da prefeitura para com os munícipes. CONFIRA;

VIOLÊNCIA FISCAL EM MARÍLIA

Em Marília, a mão do município não acaricia, apunhala. É uma mão gordurosa, burocrática, que se enfia nos bolsos alheios com a fúria de um lover desesperado. O aumento do IPTU é esse ato violento, simbólico e sistemático, cometido contra todos, ricos e pobres. Não se iludam! É um estupro fiscal, onde a prefeitura, na figura do administrador Vinicius, se coloca acima do cidadão, esmagando a mais básica liberdade: a de possuir um teto sem ser chantageado por ele.

Ora, digo e repito: a cidade não precisa de mais sangue nosso para viver. Precisa de gestão. De eficiência. Os cofres públicos urram por racionalidade, não por mais impostos que escorrem por ralos de má-fé. É um sadismo burocrático, esse, que vê no contribuinte um animal de abate, um ser sem vontade, apenas um útero de onde se extraem notas fiscais.

Ricos e pobres, estamos todos no mesmo cativeiro. O homem de posses paga, com um suspiro de nojo, e acha que se salva. O pobre paga com o pão da boca dos filhos, e desaba. A violência é a mesma, apenas o gemido muda de tom. É a democracia da extorsão: todos iguais perante a cobrança.

Marília agoniza não por falta de recursos, mas por excesso de ganância municipal. Cada centavo a mais no IPTU é um voto de desconfiança na própria população, uma declaração de que o governo de Vinicius é incapaz de fazer mais com menos. Preferem a via crucis do imposto à revolução da competência.

Chega! A cidade pede gestores, não carniceiros. Pede que as mãos que administram sejam limpas e ágeis, e não estas mãos gordas, estendidas, eternamente famintas. Que o povo de Marília abra os olhos e veja: não é um ajuste contábil, é uma violação. E contra a violência, só há uma resposta: a recusa intransigente, o grito, a revolta dos honestos.

THIAGO DA SILVA BERNARDES É MARILIENSE E COM FORMAÇÃO EM GESTÃO DE MARKETING. É MAIS UM MUNÍCIPE QUE SE REVOLTOU AO RECEBER EM SUA CASA O NOVO CARNE DO IPTU COM O REAJUSTE PROMOVIDA PELA ADMINISTRAÇÃO DE VINÍCIUS CAMARINHA

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