Quando afirmamos que a violência em Marília está em uma crescente desenfreada, setores da administração municipal buzinam e tentam de todas as formas maquiar a situação.

Uma das soluções encontradas foi retornar a implantação de companhias da policia militar em três regiões da cidade. Ocorre que o efetivo continua o mesmo, as viaturas não aumentaram, mas a criminalidade disparou. Para ajudar, o COPOM (190) não irá retornar a cidade. A única alternativa sem dúvida é a criação da guarda municipal.

Esse final de semana é visto com apreensão, pois cerca de 800 detentos estão nas ruas contemplados pela famosa saidinha. Com isso o número de delitos e ocorrências aumentarão.

Para começar uma ocorrência oriunda do bairro Palmital, zona Norte de Marília, na noite de ontem, terça-feira (16) quando um adolescente de 17 anos escapou ileso após ser alvo de 3 tiros em um ponto de ônibus.

Segundo o histórico da ocorrência, a vítima havia acabado de sair do trabalho, por volta das 22h30, quando um homem de roupas escuras e capacete chegou em uma moto Honda Biz preta, estacionou do outro lado da rua e ficou observando o jovem enquanto falava ao celular.

Na sequência, o suspeito atravessou a rua, se aproximou a cerca de 1 metro do adolescente e efetuou 3 disparos. O jovem protegeu o rosto com as mãos e correu. Nenhum projétil o atingiu. O atirador fugiu sem ser identificado.

Em depoimento a polícia, o rapaz disse não ter inimigos e acredita ter sido confundido com outra pessoa. Não havia câmeras de vigilância no local para auxiliar na identificação do autor dos disparos.

Um comerciante de 58 anos também foi afetado e só percebeu que seu veículo havia sido atingido depois de ser contatado por policiais civis. O carro tinha uma perfuração de projétil na lataria, perto do para-lama esquerdo.

Investigadores recolheram uma cápsula deflagrada no local. O caso segue sob investigação da Polícia Civil para identificar o autor e esclarecer a motivação do crime.

DIRETO DO PLANTÃO POLICIAL

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